A companhia de quase 12 anos. Afável e disponível, a brincar menos nos últimos tempos e a agarrar-se mais às pessoas, seguindo todos pela casa fora.
Associada ao pisar do chão com o toque das patas, ao pelo largado pela sala e na relva, marcava o passar do dia e da noite pela respiração a dormir ao lado do sofá e a viver ao lado de todos nós.
Ontem, dia 11, faleceu e, hoje, dia 12, os sons em casa desapareceram e o vazio está instalado para fazermos o difícil luto. Para a Beri a alegria de uns ossinhos.





Quem amamos e quem nos ama permanece no nosso coração eternamente. Os passos desaparecem, a respiração e a voz também mas a alma e o amor incondicional de todas as Beris e de todos os Kurikas acompanha-nos para todo o sempre.
É mesmo assim. Muito Obrigada.
O pensamento voa e encontra melhores palavras que as minhas , para exprimir o que se sente com a ausência daqueles que amamos, amámos, que de alguma forma nos tocaram e transformaram:
“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.”
— Antoine de Saint-Exupéry